⚠️ Rascunho. Texto redigido a partir de fontes públicas (ISA/Povos Indígenas no Brasil, Wikipédia, literatura linguística) e ainda não revisado pela comunidade Makurap. Sujeito a correção segundo os princípios de Consentimento Livre, Prévio e Informado (CLPI).
A pintura corporal na região emprega dois pigmentos vegetais clássicos da Amazônia: o urucum (Bixa orellana), de cor vermelha, associado à força e à proteção, e o genipapo (Genipa americana), que produz um preto-azulado duradouro (cerca de duas semanas).
Uma das narrativas gravadas pela comunidade, Surgimento da pintura, trata da origem da pintura corporal Makurap. Os desenhos e o mito especificamente Makurap, porém, ainda não estão documentados na literatura publicada — o registro mais próximo é o da pintura Tupari, em "faixas onduladas, cruzes e pontos". Esta entrada deve ser completada com a colaboração da comunidade.
O urucum tem importância que vai além da pintura: nomeia um dos clãs (Ikô) e aparece na etnobotânica.